CENOGRAFIA

A arte de Rodrigo Miranda tomou outro rumo quando começou a frequentar as festas de música eletrônica em 2005. Influenciado pela atmosfera psicodélica dessa realidade paralela, começou a pintar telas inspiradas em estados alterados de consciência. Desde então, a geometria sagrada, os símbolos místicos, as cores vibrantes e a simetria se tornaram parte fundamental da sua expressão artística.

O primeiro convite para participar de um festival em Santa Catarina veio da venda de uma das suas telas. O ano era 2011 e Careca, como é conhecido, saiu do spray e da parede para unir forças com mais dois artistas paulistanos e produzir seu primeiro palco. Com isso, foi convidado para trabalhar num outro evento em São Paulo, que lhe abriu as portas para a cena psidodélica brasileira.

Logo Rodrigo Miranda desenvolveu seu próprio estilo e se tornou referência no Brasil. Sua marca registrada são as estruturas tri-dimensionais criadas a partir da sobreposição de peças de MDF cortadas a mão e pintadas com técnicas de graffiti.  E como se não bastasse, ainda  produz tecidos de lycra e tule para compor cenários ainda mais alucinantes.

Cada projeto cenográfico é único, mas os tecidos geralmente são reutilizados e montados de diferentes maneiras a cada evento. 
Em seus projetos, Rodrigo Miranda busca sempre  um acabamento impecável, alinhando a estrutura do palco ao sistema de som, à iluminação da pista e ao trabalho de outros artistas, como VJs, DJs, fotógrafos e equipes de filmagem. Mesmo quando o assunto é palco, Careca prefere expressar o coletivo em vez do individual.  1.4
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